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Carta
à Umbanda
Fundada
ou anunciada?
Por Alexandre
Cumino
São
Paulo, 16 de Maio de 2008.
Umbanda,
Chegamos ao ano de seu centenário, neste ano
iremos comemorar seu aniversário, são 100 anos de vida!
Comemoramos o seu nascimento dia 15 de novembro de
2008.
Todos concordam que neste dia você veio à luz, pois
todos estão comemorando o seu aniversário.
No
entanto, é desconhecida a forma que se deu o seu parto, não se sabe
se por fundação ou anunciação, não sabem se foi cesaria ou parto
normal.
Entendo que não deveria haver dúvida sobre uma questão
tão simples e muito menos deveria polemizar, como se fizesse tanta
diferença dizer que você foi trazida, anunciada ou
fundada.
Todos entendem que você já existia no astral antes dessa data.
Mas,
as crianças também não existem no astral antes de nascer? E o que
vale aqui na terra não é sua data de nascimento carnal, e quem são
os seus pais?
Os
pais não são criadores do seu espírito, mas são criadores de seu
corpo, de sua forma.
Assim, como os homens você já existia em essência,
antes de nascer. Seria apenas uma anunciação se não tivesse sido
concretizada no plano material, senão tivesse tomado forma.
Bem,
então, podemos dizer que o Caboclo das Sete Encruzilhadas anunciou
sua chegada e Zélio de Moraes lhe deu condições de materializar-se,
literalmente lhe deu a forma material de concretização.
Mais
que isso, este homem deu sua vida por você, assim como pais dão a
vida por seu filhos.
Talvez agora eu esteja lhe entendendo, afinal,
sua essência fala dentro de cada um de nós.
Pois
bem, o Caboclo das Sete Encruzilhadas anunciou e Zélio de Moraes fundou,
afinal, o que é um fundador senão aquele que traz algo do mundo dos
deuses para este nosso mundo?
Em
tempo: Para que não se dê margem a dúvidas sobre quem é seu Pai ou
melhor, seu anunciador e fundador, coloco abaixo o significado
das palavras fundador e anunciador, segundo o dicionário
Aurélio Buarque de Hollanda:
FUNDAR - 1. Assentar os
alicerces de (construção); 2. Edificar, construir. 3. Criar,
estabelecer. 4. Apoiar, basear.
ANUNCIAR -
1. Dar
a conhecer; noticiar. 2. Pôr anúncio de; 3. Indicar, prenunciar; 4.
Promover, custear a divulgação de
anúncio.
Acredito que todos sabem que muito mais do que "dar a
conhecer; noticiar", Zélio de Moraes "assentou os alicerces" da
Umbanda, "edificou e construiu" a primeira tenda de Umbanda e mais
ainda, "criou e estabeleceu", mediunicamente, as normas e
regras básicas da religião que é "a manifestação do espírito para a
caridade", "aprender com quem sabe mais e ensinar a quem sabe
menos".
E
neste fato se "apóia e baseia" o centenário da Umbanda e seu
nascimento dia 15 de Novembro de 1908.
Espero assim, ter contribuído para o entendimento de
que a Umbanda não apenas foi anunciada pelo Caboclo das Sete
Encruzilhadas e sim, foi fundada e fundamentada por Zélio de Moraes.
Quanto ao fato de ter sido fundamentada fica para uma outra
reflexão.
Texto do Jornal de Umbanda Sagrada, Maio de
2008.

Carta
à Mãe África
É
preciso ter pés firmes no chão
Sentir as forças vindas dos céus
na missão...
Dos seios da mãe África e do coração
É hora de
escrever entre a razão e a emoção
Mãe!
Aqui crescemos
sub-nutridos de amor
A distância de ti, o doloroso chicote do
feitor...
Nos tornou! Algo nunca imaginavel, imprevisível
E
isso nos trouxe um desconforto horrível
Mãe!
Me imagino
arrancado dos seus braços
Que não me viu nascer, nem meus
primeiros passos
Um esboço! É o que tenho na mente do teu
rosto
Por aqui de ti falam muito pouco
Mãe!
Sou fruto
do seu sangue, das suas entranhas
O sistema me marcou, mas não me
arrebanha
O predador errou quando pensou que o amor
estanca
Amo e sou amado no exílio por uma mãe
branca
Trecho do Rap: Carta
à Mãe África / Artista: G.O.G

A UMBANDA DE
JESUS
Julio
Cezar Gomes Pinto
Sete Encruzilhadas, o
Caboclo que anunciou o surgimento da Religião de Umbanda em 1908,
declarou que Jesus seria o Mestre a ser seguido pelos
umbandistas. Controvérsias à parte, já que alguns não aceitam
suas palavras como base para uma vida espiritual sadia,
Jesus é o modelo mais perfeito escolhido para ser o espelho dos
médiuns e demais seguidores da Umbanda. Não há outro Médium
vivido entre os homens que tenha subtraído toda a autoridade do
Grande Mestre da Judéia em se tratando de vida mediúnica sadia
e correta.
Jesus, o Médium, em nenhum
momento fez alarde de sua missão na Terra. Sendo detentor de tanta
autoridade, jamais exigiu que os homens se subjugassem a Ele. Jamais
impôs sua condição de Ser Iluminado a fim de obter prestígio
perante os grandes e diante dos pequenos. Suas palavras, cheias de
autoridade, jamais foram autoritárias. Pelo contrário, tinham uma
meiguice e uma simplicidade que encantavam os pequenos e incomodavam
alguns que se achavam grandes.
Em sua trajetória mediúnica
na Terra, Jesus aguardou o momento certo para agir em favor da
caridade. Seu primeiro ato caritativo, no casamento de Caná, foi
precedido de uma oração feita pela mãe que, aflita, intercedeu
pelos noivos e seus pais. Jesus podia muito bem ter feito
a transformação do vinho antes mesmo de Maria lhe pedir com
tanta veemência, mas aguardou a hora certa. Não se precipitou, mas
foi paciente para esperar que o tempo definisse o momento
propício.
Os médiuns de Umbanda, tanto os que estão
iniciando quanto aqueles que já militam na fé, precisam ser menos
apressados em ser úteis no trabalho espiritual da caridade. O tempo
urge, mas não se precipita. Há médiuns que desejam ou querem tanto
ser utilizados como aparelhos dos Caboclos e Pretos Velhos que não
se preocupam com o próprio aprimoramento ou com o tempo certo para
tal trabalho. Avançam apressadamente para os terreiros, colocando
roupas brancas - ou coloridas, como queiram -, enchendo os pescoços
de guias sem fundamentos e "incorporando" alguma Entidade.
Esquecem-se que incorporar qualquer Entidade não é o
principal. Essa faculdade é apenas uma das muitas tarefas a
desempenhar durante toda a vida. O início de tudo é a mudança que
deve ocorrer dentro de cada um. Assim como foi a transformação que
Jesus realizou em Caná, quando a água dos jarros ganhou
cor, sabor e essência de vinho.
Apressadamente, muitos
médiuns estão servindo fel aos que comparecem às bodas que são
realizadas cotidianamente nos Terreiros de Umbanda. Em nome da
"vontade" de trabalhar ou "receber" Caboclo - como se isso
fosse um verdadeiro milagre - estão sendo depositários de uma
bebida amargosa, fétida e intragável,
quando incorporam sem o devido preparo espiritual e logo
realizam consultas e receitam banhos, garrafadas e obrigações sem
fim aos convidados da festa chamada Gira. Não atinam para o fato de
que eles próprios são os jarros que devem conter a verdadeira
bebida espiritual servirá para alegrar os corações necessitados
que foram chamados a participar do evento. E, como se isso
não bastasse, logo depois das primeiras incorporações, já que tomam
para si o título de "mestre divino".
Satisfeitos de sua
capacidade mediúnica de incorporar e de falar em nome dos Pretos
Velhos e dos Caboclos, logo sobem num pedestal ilusório e
passam a encenar o quadro do Sermão da Montanha. Olham do alto para
os irmãos, tal como o humilde Jesus, e orgulhosos iniciam uma
pantomima que supostamente pretende ensinar aos fracos e
oprimidos da última hora. Baseados em sua pouca experiência e
sem a devida mudança de pensamentos, hábitos e desejos,
levantam-se de peito inflado e voz autoritária sobre os menos
favorecidos como verdadeiros "mestres da
Galiléia".
Jesus, o
exemplo apontado pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, não foi
um médium dessa estirpe. Ao contrário, desde moço, encheu-se de
sabedoria, discernimento, autoridade e virtude para depois
transmitir as novas da salvação aos homens de sua época e os dos
dias atuais. Não teve como base seus pensamentos e suas
experiências, mas sim nas Palavras Sagradas dos
Profetas.
Jesus não teve olhos para os
reinos do mundo. Como médium poderia servir-se de sua condição para
angariar respeito e poder diante dos magistrados, sacerdotes
e senhores da Judéia, mas rejeitou os oferecimentos políticos,
mundanos e passageiros, para continuar humildemente sua missão
na Terra.
Jesus não se intitulou
"mestre", mas Filho. Não se arvorou como "doutor", mas
apresentou-se como Aprendiz diante do Templo. Não subiu num
trono para ser rei, mas encurvou-se como "Servo" aos pés dos
discípulos.
Assim deve ser a Umbanda
praticada por aqueles que se acham estupendos
por incorporarem uma Entidade de Luz. Esse deve
ser o retrato daqueles que batem no peito e dizem que são
"médiuns".
A Umbanda que Jesus praticou
foi simples, sem estardalhaços, sem holofotes, sem soberba, mas
cheia de doçura como o vinho e de palavras vivas como as da
Montanha.
Deus
Salve a Umbanda!

UMBANDA-
100 ANOS
(
Vovó Benta)
Ao
completar o primeiro centenário da Umbanda oficializada em terras
brasileiras, percebemos que seus seguidores, ao mesmo tempo em que,
uma banda deles promove a conscientização das massas e desmistifica
a religião, outra banda a coloca de maneira distorcida,
usando-a inclusive como
meio de promoção pessoal. Que teria a nos dizer sobre
isso?
VÓ
BENTA- Salve meu menino. Tempos bicudos esses..he...he...he...Negra
velha e mais os manos que labutam na egrégora da Umbanda, que para
nós é Sagrada, as vezes observa um tanto admirada as “peraltices”
que esses homens-crianças fazem ao se ver com o pirulito nas
mãos. Sempre se soube
que quem brinca com fogo, hora ou outra acaba se queimando. E tem
gente sapecando as penas, zi
fio,he...he...he...
A
magia da Umbanda, embora sem os mistérios que muitos tentam
lhe imputar, faz brilhar as pupilas de antigos magos que hoje na
carne, receberam a oportunidade dadivosa de se redimir e lhes exalta
os egos mal domados. E desdenhando da oportunidade e confiança que
seus mentores lhes concederam, usam essa energia novamente para andar na
contra mão e sendo assim, inevitável que antes do fim da estrada,
sejam atropelados. A esses, em tempos de reajuste cármico sob a
regência do Orixá Xangô, os espera a balança que penderá para um lado só, demonstrando
que burlar as leis sagradas, desequilibra o ser, bem como tudo que o rodeia.
O
“daí de graça o que de graça recebestes” perdeu seu valor
diante de algumas consciências enredadas no materialismo, auxiliados
que são pelos afins espirituais. Negra velha fica pensando muito
sério nisso. Essa gente deve pensar que o caixão tem gavetas para
transportar pro outro lado o lucro da venda do “sagrado”. O que pode
enganar aos homens e a si próprio, não se oculta aos olhos do Divino
e embora sempre se achem desculpas convincentes ao uso mercantil da
mediunidade e de seus atributos, não isenta ninguém da prestação de
contas. Além do dinheiro, o poder, a fama! Duas das maiores
provações do homem enquanto na carne.
Finda-se
um ciclo, zi fio. Finda-se o tempo de “brincar”, pois termina por
aqui a infância dessa humanidade residente no planeta Terra. Umbanda é coisa séria para gente
séria. O Sagrado é sagrado!
Antes que as badaladas
do centenário ressoem nos céus da Terra de Santa Cruz, eis que os
Maiorais permitem a
movimentação que se faz na crosta, incitado pelas trevas. Já foi
dito que nesses tempos, os bons se tornariam melhores e os maus
destilariam seu veneno mortal. O que estava adormecido nos porões do
inconsciente e que, até então se camuflava atrás das máscaras
usadas, agora se faz visível. Por força disso, sai a tona o verdadeiro “eu” de cada ser.
Impossível continuar jogando a sujeira embaixo do tapete, pois para
Xangô, a justiça é
justa e sob seu comando a lei se faz cumprir.
Aos
que assumiram o compromisso de labutar nas lides da Umbanda, seja
por força cármica ou por missão, principalmente àqueles a quem foi
confiado dirigir, muito está sendo exigido, porém, em muito
estão sendo auxiliados.
Observe que as colheitas não são mais para outros tempos, pois não
haverão outras oportunidades nesse mesmo nível. A lavoura bem
adubada dá frutos imediatos nos novos tempos. Na rapidez em que tudo
se dá, o amanhã, por vezes, está sendo hoje mesmo, no por do
sol.
Atente zi fio, fique esperto.
Não deixe que a noite o pegue desprevenido, de calças
arriadas..eh...eh..eh...
Saravá
zi fio, negra velha vai cuidar da vida, pois nessa roça tem muita
erva daninha pra ser capinada.
Recebido por Leni
W.S.

"Toda árvore que
Meu Pai não plantou será cortada pela
raiz,
o machado já está
posto à raiz das árvores, e toda árvore que não der bons frutos será
cortada e lançada ao fogo."
(S. Mateus, cap.
III, vv.
7
a
10)
Umbanda!
Arvore frondosa de
luz! Tua raiz cresceu do amor de Oxalá!
Tua lei é caridade,
teu poder descansa na humildade dos caboclos e na sabedoria dos
anciães, nossos Mestres Ancestrais da antiga tradição
esotérica.
Repousa no silêncio
dos corações de luz, guarnecida por portentosas Entidades
Guardiãs!
Tua missão ainda
não se confirmou junto aos filhos de pemba, dos simples de
coração....
Trás por verbo uma
cascata de luz, dos páramos de Aruanda, água bendita do espírito,
cristalina de virtudes á dessedentar o deserto das aflições
humanas!
Aproximam-se os
tempos
em
que Sua Sagrada
Face será revelada á quem tem os
olhos de ver e os ouvidos de ouvir! Porque trazes em teu manto
inconsútil de verdade a transparência deste amor que nivela todos os
filhos de Deus.
Todas estas
verrugas, brotadas em teu corpo serão curadas para que permaneça
somente aquilo que é da tua natureza inconspurcável, e através dos
Prepostos de Cristo Jesus tua verdade seja
restaurada.
O calendário
assinalava 15 de Novembro de 1908 daquele dia inesquecível, apesar
do espírito estar consciente de sua missão, a fragilidade do homem
encarnado se debruçava na fé deste Mistério Sagrado, que tudo
penetra para fazer valer a Sua Lei, e nela confia por atributo de
humildade e por uma ausência de
sabedoria.
Como dizem os
Evangelhos, Deus dá Sua Luz aos humildes e á nega aos
soberbos...
Nesta grandiosa
engrenagem da Lei Divina, somos a peça mais insignificante, por que
se não cumprirmos fielmente a nossa parte outro por certo haverá de
vir e tomar o nosso lugar, por isso o discernimento, a boa vontade,
o desprendimento, a humildade e a tolerância devem estar acima de
toda razão cega que nasce de uma fé ociosa, de improfícua
contemplação.
Umbanda não é
mistério, é caridade! Umbanda é estudo, mas acima de tudo é
amor!
E foi por ouvir o
gemido sufocado de milhões de criaturas e corações anônimos
abraçados á dor de seus problemas e aflições, que Jesus,
em Sua Infinita
Misericórdia
enviou á terra O Caboclo das Sete
Encruzilhadas, para fazer refletir novamente junto aos homens a
humildade singela de Seu Imenso Poder.
O Evangelho de
Jesus trazido á humanidade através do benemérito espírito do
professor Rivail não foi muito compreendido entre as classes
elitizadas que promoviam um espiritismo exclusivista à
época.
E dos morros da
cidade do Rio de Janeiro, como em qualquer morro de periferia do
mundo, onde se desenvolvem a vida urbana desorganizadamente,
forçados pela pobreza e pela miséria, ouviram-se as preces e as
lágrimas dos excluídos, dos parias da redenção planetária, que até
ao Sagrado Coração do Cristo se elevaram, para receberem a resposta
de suas preces através de um frágil menino de 17 anos, nascido na
cidade de São Gonçalo, e que viria a ser o marco do renascimento da
Umbanda nas terras do Cruzeiro do Sul.
Organizaram-se
então, nos céus do Brasil, terra da promissão, para onde Jesus
em Sua
Misericordiosa
esperança, fez transplantar a árvore
bendita de Seu Evangelho redentor, um poderoso exército de Entidades
abnegadas, espíritos libertos de carmas e com muita sabedoria, foram
convocados para trabalhar em favor da Nova Ordem
Mundial.
O Imaculado Coração
de Maria Santíssima não se fez esperar para oferecer em Seu manto de
amor, junto com os Prepostos de Seu Filho Imortal, a Sua
contribuição dadivosa, inaugurando a umbanda através da Tenda Nossa
Senhora da Piedade.
Oh! Irmãos
queridos! Abençoados irmãos que renasceram nesta terra de tantas
sementes espirituais! Ainda me emociono ao recordar o crepúsculo
daqueles idos anos de 1908! A nossa mesquinhez e a nossa presunção
atrapalha a visão do espírito que somente quer enxergar a
verdade!
O orgulho e a
pretensão, travestidos com a mortalha da falsa modéstia, perturba a
intuição que do Alto desce em pétalas de luz, para iluminar os
pensamentos e realizar as obras de
caridade.
Oh, Umbanda! Teu
nome também é simplicidade!
Nunca tive a
intenção nem o pensamento de fundar uma nova religião, nem qualquer
nova interpretação das Leis Sagradas ou dos Mistérios Sagrados.
Apenas me pediram, para arregaçar as mangas e estender as mãos! E
que fizesse isso de boa vontade, por amor aos meus irmãos de
caminhada, a fim de que meus próprios problemas se superassem
através da dedicação sincera em favor das aflições anônimas, de
maneira simples, despojado do ego e da vaidade das apresentações
mirabolantes.
A Umbanda não
nasceu para dar espetáculos circenses! A missão da Umbanda não é
realizar milagres, mas esclarecer as
consciências!
E o esclarecimento
da mentalidade das massas é a maior caridade que se pode realizar,
pois como os homens serão verdadeiramente felizes quando, ao
compreenderem os ensinamentos de Jesus, colocarem em prática a
imutável Lei do Amor Universal em sua
vidas!
A Grande Senhora da
Face Velada descortinará seu Véu de Mistério quando os seus filhos,
compreendendo verdadeiramente a sua missão, perseverarem na
humildade e na simplicidade, dois pilares mestres de sua grandiosa
obra redentora.
E quem quiser
compreender-lhe os desígnios mais altos, e a presciência que rege
suas Leis, terá que se aproximar pelo amor aos irmãos sofredores,
pois está neles a chave da compreensão de todos os mistérios de
Deus.
Sarava
Umbanda!
Salve meu Irmão das
Sete Encruzilhadas!
Salve o Sagrado
Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria
Santíssima!
Saravá a Corrente
das Santas Almas Benditas do Cruzeiro
Divino!
Saravá a Corrente
Astral de Umbanda!
Um irmão de
Caridade.
Mensagem do
dia 17/11/2007
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